segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Afago do vento




Na mão uma inocente flor
Perfumada pelas linhas do destino
Silencioso sob o ténue resplendor
Da lua que ilumina o caminho.

As estrelas e os argumentos singelos
Da noite salpicam o firmamento
Negro como os teus longos cabelos
Soltos ao sabor do vento…

O vento é apenas um mensageiro
Que acaricia o teu rosto perfeito
Com um toque quente e ligeiro…
Mas será que faz palpitar o teu peito?



José Coimbra

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