quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Rosto esborratado



Lembranças de um rosto esborratado
Que entre os séculos me esqueci
Enquanto divagava na teia do fado
Sem me lembrar da ultima vez que te vi.

Inventei desculpas e culpei o tempo
E na minha mente se ia apagando a tua memória,
O coração submergiu num profundo sofrimento
Sendo a escuridão a minha única escapatória.

Não sei como sobrevivi sem o teu amor
Acho que foi para ver o teu rosto outra vez
E para sentir o teu quente abraço acolhedor
Que me fará esquecer da minha enorme estupidez…




José Coimbra

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