domingo, 29 de junho de 2014

Dor funesta



A lua brilhante
Ilumina o rosto
De sorriso cortante
Do severo desgosto

E, na noite escura
Que gela a alma
Os gritos de loucura
Rompem com a calma.

A rebelião do coração
Transforma-se em vazio
De gestos sem noção
Do sofrimento sombrio

E, tudo o que resta
Da cronica ferida
É uma dor funesta
Pelo coração retida…




José Coimbra

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