segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Minha poesia enferma



Gritos de pura blasfema
Da minha poesia enferma
Que me consome os ossos
De tantos obstáculos colossos.
Em tantas noites sombrias,
Gastei enormes energias
A tentar, aprender de grandes poetas
Para alcançar as minhas pequenas metas.
Mas…
Falta-me a força, falta-me a vontade,
Falta-me a formação e a criatividade.




José Coimbra

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