terça-feira, 13 de agosto de 2013

Meu universo



Eu não preciso de uma razão
Para continuar a viver nesta ilusão
É como voar a quilómetros de distância
No imenso universo
Em um simples verso.

É poder contar para estrelas
O que meu coração sente
Quando escrevo a luz das velas
Parte de mim, para ti…

Para que querer ter a lua?
Se posso ter o universo
Do meu jeito controverso,
Mas sinceramente a vida continua

Poderá a morte ser uma barreira?
Se respiro continuarei
De uma ou outra maneira
Mesmo moribundo, sonharei.

Todo o sangue que derramei sobre o papel
De certa forma me faz sentir horrível
Mas já é muito tarde para voltar atras
Porque quero voar uma última vez
No meu misterioso universo
Do meu ultimo verso…





José Coimbra

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